Escritor Francisco José Viegas vai ser consultor de Cultura do Presidente da República
Editor foi também jornalista e secretário de Estado da Cultura no primeiro Governo PSD/CDS liderado por Pedro Passos Coelho.
Editor foi também jornalista e secretário de Estado da Cultura no primeiro Governo PSD/CDS liderado por Pedro Passos Coelho.
Vítima de doença prolongada.
Sobre um pacto regime para as medidas de incentivo à natalidade, a antiga líder do CDS-PP assinalou que cada partido tem uma abordagem diferente e que a mudanças das medidas "é inevitável", a não ser que haja "um entendimento prévio, muito sólido, muito firme".
Seria de esperar que a esmagadora votação no actual Presidente da República tivesse levado Luís Montenegro a perceber que a sua aliança tácita com o Chega era um caminho repudiado por uma enorme maioria dos portugueses e portuguesas que votaram nessa eleição.
As datas propostas pela direção vão ser votadas num Conselho Nacional que se irá realizar em 8 de abril.
As sondagens continuam a sugerir a mesma conclusão: o atual projeto governativo ainda não convenceu plenamente o eleitorado.
A sua newsletter de quinta-feira
Luís Montenegro foi líder parlamentar enquanto Passos Coelho era primeiro-ministro, nessa altura - e nos anos seguintes - foram bastante próximos, mas o afastamento público tem sido cada vez mais visível.
Seguro terá de encontrar uma forma de mediar e prosperar entre atores sem certezas, que não mostram saber o que fazer agora nem no futuro.
Passos Coelho tem criticado abertamente a atuação do atual executivo. Montenegro deixou um desafio aberto para quem quiser liderar o PSD.
O ex-primeiro-ministro recomenda ao atual que se "distraia pouco" e sublinhou que vai continuar a dar a sua opinião.
O diretor-geral editorial adjunto Medialivre, Armando Esteves Pereira, o jornalista da Sábado Alexandre Malhado e o analista político Raul Vaz estiveram esta quinta-feira no NOW e falaram sobre as críticas de Pedro Passos Coelho ao Governo depois de ter estado em silêncio durante anos. O ex-governante defendeu que o atual executivo deveria ter tentado um acordo de legislatura com o Chega e a Iniciativa Liberal.
Em várias passagens da sua intervenção, Montenegro defendeu que o partido "não podia ter dúvidas" sobre o "caminho reformista" do atual Governo, ainda que aceite todos os "incentivos à mudança", uma das expressões utilizadas precisamente pelo antigo líder do PSD.
O governo parece preso num “pântano”, sem iniciativa política e a reboque dos acontecimentos. Como se tivesse sumido a tensão inicial ou tivessem, simplesmente, esgotado as ideias que tinham. De lá para cá, reduz-se à gestão corrente e nem nisso são bons.
“Não será ativista permanente”, nem pensa em táticas para regressar, mas não vai ficar calado face a um “governo à deriva”. Mesmo que o PSD não goste